25.06.2018

FFA é escritório que mais homologou acordos na semana de conciliação do TRT-RJ

Pelo segundo ano consecutivo o FFA do Rio de Janeiro foi reconhecido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT/RJ) como o escritório que mais homologou acordos durante a 4ª Semana Nacional da Conciliação Trabalhista, realizada de 21 a 25 de maio. A entrega da premiação aconteceu no dia 19 de junho, no salão nobre do Fórum Ministro Arnaldo Süssekind (prédio-sede), na capital carioca, e o FFA foi premiado através da advogada Dra. Michelle Rangel. Participaram também os sócios Dr. Alvaro Ferrareze e Dra. Luciana Cossão.

 

“O prêmio pelo segundo ano consecutivo demonstra que sempre somos capazes de nos superar! O maior orgulho é saber que isso tudo é fruto de um trabalho de negociação que desenvolvemos com muita transparência e respeito aos clientes”, destacou Dra. Michelle.

 

Para a sócia Dra. Luciana, a composição amigável é uma das soluções na busca da reparação de direitos na Justiça do Trabalho. “Ninguém quer ver um processo trabalhista se arrastando por anos e anos, desde que, claro, essa solução seja justa e razoável para aqueles que buscam na Justiça a solução de seus conflitos, assim como no FFA, a segurança de que lutamos sempre pelo melhor”, ressalta.

 

Estavam presentes na cerimônia o presidente do TRT/RJ, desembargador Fernando Antonio Zorzenon da Silva; a vice-presidente do TRT/RJ e coordenadora do Cejusc-CAP de segundo grau, desembargadora Rosana Salim Villela Travesedo e o Juiz do Trabalho, auxiliar nas conciliações, Epílogo Pinto de Medeiros Baptista.

 

Conforme dados do TRT/RJ, a 4ª Semana Nacional da Conciliação Trabalhista da Regional fluminense realizou 7.337 audiências, com 2.024 acordos homologados. Foram atendidas 23.014 pessoas, totalizando o montante de R$ 89,7 milhões em conciliações. Só em termos de recolhimentos fiscais e previdenciários, o Tribunal arrecadou o valor de R$ 6,2 milhões.

 

A Semana Nacional da Conciliação existe desde 2015 e tem como objetivo conscientizar e estimular empresas e trabalhadores a optarem pelo diálogo, reduzindo assim o número de processos que tramitam nos tribunais e varas.


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